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Iguatemi e Amambai suspendem atendimentos até dia 31 de janeiro para planejar obras devido às chuvas.


Publicado em: 06/01/2016 13:06
Fonte/Agência: Anailton Batista – Com informações do portal CampoGrandeNews
Iguatemi e Amambai suspendem atendimentos até dia 31 de janeiro para planejar obras devido às chuvas.

Duas cidades da região sul do Estado suspenderam atendimento ao público na sede da prefeitura por causa do grande volume de chuva registrado desde o último mês de novembro. Os prefeitos de Iguatemi e Amambai alegam que os funcionários estão se concentrando no planejamento de reparos dos estragos causados pelas águas pluviais.

"Não teremos expediente externo na prefeitura, mas o trabalho continua internamente e nos serviços essenciais como atendimento em postos de saúde e pronto socorro, além de coleta de lixo", explica o prefeito de Iguatemi, José Roberto Arcoverde.

A interrupção em Iguatemi vai até o dia 31 deste mês, segundo o Decreto Municipal 1.339/2016, publicado nesta terça-feira (5) no Diário Oficial da Assomasul (Associação dos Municípios de Mato Grosso do Sul).

Cautela - Para o Arcoverde, é preciso planejar as ações de recuperação com ajuda de servidores de todas as secretarias. Isso porque, mesmo sem ligação direta com a secretaria de obras, todas as pastas precisarão avaliar o que dá para enxugar no orçamento e passar para as obras. "Precisamos viabilizar a questão financeira", resume.

"Temos de 3 a 4 pontes que rodaram e o asfalto foi inundado. Dia 31 tivemos chuva que inundou o acesso do frigorífico Iguatemi, entrou água em mais de 200 casas em um bairro. E não para de chover aqui", detalha o prefeito Zé Roberto.

O município de Amambai também interrompeu o atendimento ao público na prefeitura, decisão tomada ainda em dezembro. Segundo o prefeito, a ação também ajuda na contenção de gastos sem planejamento.

Orçamento - "Ajuda na contenção de gastos porque, assim, a gente pode planejar os gastos. A gente não estava conseguindo sentar com a equipe, organizar e executar", explica Sérgio Diozébio Barbosa.

Segundo os prefeitos, a situação fica ainda mais delicada se considerado o fato de que muitas obras estão sendo refeitas. "O volume financeiro que está sendo comprometido com as obras é muito grande. E quando a gente acha que consertou algo, a chuva vem e leva tudo de novo. É um dinheiro que está sendo gasto sem muito efeito, mas quem está em uma área isolada também não pode ficar sem as obras", finaliza o prefeito de Iguatemi.